sábado, 8 de agosto de 2015

QUEM SERÁ QUE VAI DIZER QUE NEM PREPAROU O DISCURSO?????

No episódio anterior, Victor Santos foi agraciado com a medalha de bronze e um cheque dum valor tão alto que não sei nem escrever. Agora, no centro do palco (imaginem, pois como diz Glória Perez feat. o indiozinho Erê, "é preciso saber 'avoar'"),


 estão Cíntia Santos e Lincoln Aguiar.

Então, finge que é noite de terça-feira no Big Brother Brasil e bora colocar uma roupinha boa pra acompanhar os resultados da sala de casa.

Na primeira rodada, nossos ilustres guerreiros foram desafiados e tiveram que sair da zona de conforto. E, por falar em zona, a doçurinha de Palotina encarnou a marafona bandidona e cantou "Eu comi a Madonna", da Ana Carolina, que morreu de ciúmes da comida música. A moça não só chocou como dividiu a sociedadjy.

O ursinho carinhoso do júri, Alan, exclamou: "CARAMBA! Quando vi que seria essa música, fiquei sem entender o que você traria para a gente! Ainda mais sendo a final e com o peso de ter a possibilidade de ser a primeira mulher a vencer. Gostei? MUITO! Foi completamente diferente de tudo o que você mostrou nos últimos meses e isso foi muito incrível. Senti falta de algo mais explosivo, de ir para cima e comer a Madonna conforme o crescimento da música. Mas isso não tirou a maravilhosidade que foi te ouvir toda sexy e agressiva, contrastando com o seu verdadeiro ser artístico. Parabéns!"

Um pouco menos fofo, o Claiton disse que: "Considero a música um desafio de fato pra candidata. Menos pelos aspectos técnicos e mais pela interpretação e a atitude que constrastam com a sua doçura costumeira. Apesar disso, entendo que houve entendimento da proposta e busca pelo resultado pretendido. Pequenos detalhes de emissão e articulação da voz poderiam ter ajudado numa performance mais precisa. Da mesma forma, senti falta de elementos pessoais, de assintatura. Ainda assim, foi uma boa e corajosa apresentação".

Na opinião do Eric: Cíntia, mas como eu gostei! Achei superousado pra você e acredito que você vestiu bem a camisa da música. Em questões interpretativas, eu não tenho muito o que pontuar mesmo. Não dei a nota máxima porque senti falta de algo mais ousado vocalmente falando. No mais, tá ótimo.

Já o Coração Gelado da bancada (ainda estamos "avoando", ok?), Lucas, afirmou o seguinte: "Sou supersuspeito para avaliar esse áudio. Deus, que coisa maravilhosa! Amo Ana Carolina, amo essa música, amo você! PARABÉNS!"

De tão chocada, a Fhabby (sim! Ela voltou! Comemorem! E, se não for o caso, finjam. É preciso saber voar, lembram?) nem conseguiu falar. E eu poderia fazer aquela piada infame, dizendo: "ui! Ela é galinha que choca", mas jamais farei isso. Te amo, coléeeega!!!

Aí, veio o Lincoln, que cantou "Zombie", do The Cranberries. Os caras nem sentiram ciúmes, nem nada, pois são internationals e tão pouco sifu pro Terceiro Mundo ("se for...").



O Alan estava um pouquinho menos carinhoso e soltou: "Sei que não é sua praia, a música internacional. Por isso, te dou pontos pela bela execução da música. Ficou lindo e correto. Ainda mais por ser uma voz originalmente cantada por uma mulher. Senti falta de uma certa explosão e, como disse o Eric, raiva. Como se vc estivesse cantando de boas, mas a interpretação poderia ter trazido isso e ter nos deixado com um "quê" de angustia. Como um elemento surpresa que sempre vi nos seus áudios. Curti muito seu cover! Parabéns!" ;)

Porém, o Claiton foi econômico e opinou: "Apesar do resultado final positivo, o candidato não me pareceu nem tão confortável nem tão inventivo com a canção. Parece ter sentido o desafio, embora claramente buscou cumpri-lo da melhor forma. Não foi surpreendente, mas foi bom!".

Para o Eric: "Muito bom, Lincoln. A verdade é que, embora eu tenha gostado, ainda acho que faltou alguma coisa a mais na interpretação da música. Eu adorei a música na sua voz e imagino como ela ficaria ainda mais incrível se você tivesse imprimido ainda mais a revolta, o protesto, a crítica social sobre o que a música fala. Parabéns".

O Lucas definitivamente gostou: "É tão lindo ver um candidato recebendo uma crítica e aplicando a melhora na semana seguinte. Melhor ainda quando isso acontece na final. Interpretação maravilhosa, e uma grande escolha. Parabéns".
Mas o candidato pareceu desapontado por não ouvir um "eu te amo também " do jurado.

Mais calma depois de ter tomado uma Perrier, a Fhabby disse: "É óbvio que quando você canta musica nacional, a música ganha mais vida, sua interpretação fica maior, faz com que a musica cresça. Mas você é ótimo de qualquer jeito!". (Isso é o mesmo que um "eu te amo", né?).

SEGUNDO ROUND - ESCOLHAS LIVRES

A Cíntia voltou apostando na dobradinha MPB e doçura e cantou "Longe", do Arnaldo Antunes.

O Alan mal coube em si, mas conseguiu falar: "Meu Deus do Céu. Essa é a sua praia, sua voz, sua doçura, esse violão, tudo no lugar, tudo maravilhoso! Gostei do vibrato moderado que você trouxe. E adorei você ter trazido agudos sem a gente implorar para eles aparecerem, deram um ar mais seu na canção. Achei incrível o fato de você ter cantado alguns momentos incertos pela respiração e outros tão maravilhosos sustentados na perfeita respiração. Meio contraditório, mas mostra que você pode mais. Parabéns! (: ".

Claiton não quis perder a compostura e elegância, mas também gostou: "A música certa faz toda a diferença. Nesta apresentação, a candidata mostrou domínio e conforto cantando, com doçura e mansidão, uma mensagem de grande carga emocional. Algumas notas ("não passa um carro sequer", "nem um e-mail chegou") não me soaram mto precisas, mas nada que tirasse o beleza da performance. Parabéns!".

Segundo o Eric: "Olha só... nada como a escolha própria da música, né? hehehehe.... Dessa vez eu senti uma conexão infinitamente maior que o primeiro áudio apresentado. Ficou incrível. Descontei um décimo porque senti sua voz inconstante em algumas notas, principalmente as prolongadas. Acredito que isso se resolveria facilmente trabalhando o apoio diafragmático, como já vi você cantando em vídeos, acredito que a posição sentada e meio encurvada com o violão no colo não te ajude muito com isso, por isso é bom estudar outras formas, sem comprimir tanto assim teu abdomen. ;)".

Já para o Lucas: "Cíntia, eu não sei expressar a emoção que senti com essa música. Esse seu último áudio mostra todo o seu trabalho na competição e a evolução que você obteve. Na minha opinião, você merece sair com o título desta edição. Vai ficar na história do Cyber como a primeira mulher a vencer a competição, depois de quatro edições". (Seraaaaá?).


Seria a última declaração perfeita, mas ainda tinha a Fhabby, que disse: "Como seu timbre é apaixonante. Amei a interpreação. Você arrasou. "

Na sequência, veio o Lincoln cantando "Punk da Periferia", do Gilberto Gil (atualmente, mais conhecido por ser o pai da Preta e daquela outra cozinheira que é considerada cult e polêmica). Como a apresentação foi em áudio, não deu pra saber se ele fez aquele gesto com o dedo do meio a cada "aqui pra vocês", mas já que estamos voando.....



Ainda naquela vibe escândalo, o Alan exclamou: "UAU! Lincoln, vou é uma das ótimas surpresas que a vida me deu. Do meu TOP10 melhores músicas, você está muito presente, acredite nisso. Na verdade, sei que você acredita! Porque você acredita em você, na sua voz e seu talento. Isso fica claro quando você emite qualquer nota! Parabéns! ;D ".

O cara até quase contagiou o Claiton, que também ficou empolgadinho: "Agora, sim o domínio e o tempero característico! Sem falar na interpretação e na originalide,quero destacar o quanto seu canto é limpo e seguro. Características muito frequentes que ficaram evidentes nesta apresentação. Parabéns!".

Aí, veio o Eric: "Muito melhor que o primeiro áudio também. Gostei da força da apresentação e de como você se impôs nessa música. Ficou sublime!".

O Lucas: "Lincoln, acho que o Cyber nunca terá um cantor como você novamente. Seu repertório e sua musicalidade são unicos. Eu não teria como estar mais orgulhoso da sua trajetória na competição. Parabéns."

E uma Fhabby animadíssima: "Escolha perfeita, voz incrivel, interpretação maravlhosa!. Parabenssssssss!".

Foi um show incrível, e os dois deixaram claro por que estavam disputando o título. Também foi apertado. Rolou empate com 58,8 pontos cada um e, no desempate (soma das notas sem descarte) , conhecemos quem venceu.


quinta-feira, 6 de agosto de 2015

PARA TUDO!!!!!

Esta final está nos pondo tão nervosos, que até esquecemos de duas catigurias  da premiação "Os Melhores da Temporada do Domingão Cyber Vocal 5".

Como diria Tio Sílvio, "perguntámos aos entrevistados"... 

Na real, não perguntamos, mas os números não mentem (HAMÁS!). E eles indicam que:


O MELHOR DESAFIO FINAL foi
ZOMBIE, por LINCOLN AGUIAR!

tsc tsc
Porém, contudo, todavia, entretanto...

A MELHOR ÚLTIMA ESCOLHA LIVRE foi

LONGE, por CÍNTIA SANTOS!
A primogênita do Homem do Baú
E  olha os números nos rondando! Eles indicam a classificação final....


THE WINNER alcançou 97,8 pontos. 

Quem ficou com a MEDALHA DE PRATA somou 97,7 pontos!!!


Já a pontuação de quem ficou em TERCEIRO LUGAR foi 94,1  pontos!!!

E elx recebeu os seguintes comentários sobre o desafio e a escolha livre respectivamente:


DO ALAN - Eu comecei a ouvir sem gostar muito. Senti insegurança na primeira nota e alguns outros momentos em que você alterou o canto, com erros no tempo da melodia. Mas você correu atrás no meio/fim da canção e mostrou alguns graves que não tinha mostrado anteriormente. Em alguns trechos, a música ficou suave e fofa, contrastando com  a tristeza e sofrência deste hino dos desiludidos no amor. De outra forma, dou pontos pela invenção dentro da música. Eu achei que seria algo mais rock, mas gostei muito de ter saído da zona de conforto e ter trazido algo mais próximo da original. Parabéns! =D

Essa é sua praia totalmente.  Vi como você ficou feliz com esse resultado e não é para menos! Esse áudio ficou incrível! Apesar de em alguns momentos eu ficar incomodado com a respiração, pois parecia que tinha "acabado o ar", o resultado ficou muito bom. Isso é estar na final! A zebra da competição veio com tudo! Parabéns! =p

DO CLAITON - Do ponto de vista da concepção da performance, o candidato se mostrou o mais seguro e inventivo em adaptar a música à sua forma própria de cantar, o que merece congratulações. Quanto à execução da canção. senti algumas pequenas falhas quanto ao tempo e à melodia. No trabalho de releitura, em alguns trechos, esses dois elementos apresentaram algum descuido. Ainda assim, adorei a apresentação!

Foi na última música, mas você parece ter encontrado a sua verdade e, ainda que no finzinho, mandou seu recado. Foi muito bom!

DO ERIC - Achei válida a sua tentativa de criar seus próprios meios melódicos de interpretar a canção, mas acho que nem todos foram felizes. Algumas alterações na melodia, logo no início da canção, ficaram um tanto incertas e inseguras. Eu também senti falta de um pouco da sofrência que a música pede. Mas ainda assim aprecio sua iniciativa sempre de inovar em alguns aspectos musicais. :D

Um clássico é sempre um clássico, né? Confesso que queria o instrumental um pouco mais alto, pra sentir mais a vibe da música e entrar de cabeça no clima. Você foi com tudo e mostrou seu lado mais rockeiro, que acredito ser realmente sua veia musical. Parabéns!

DO LUCAS - Achei um pouco linear para a final. A música não valorizou seu timbre.

Neste áudio, você fez um trabalho bem melhor. Foi fiel ao seu trabalho ao longo da competição. Parabéns.

(pensaram que a gente ia entregar nomes?¹?!?  kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk EIKE DÓ!)

Ai! Espera! Um espasmo de bondade!!!!
Vamos começar a lidar com NOMES, mas beeeem devagarzinho (ui!)



O cheque do 3o lugar tem nome (e fotinha!). E ele ( o nome) é....

quarta-feira, 5 de agosto de 2015

JÁ É A FINAL NÉAM


Pois é, lindezas!

Quem são os finalistas mesmo?

CÍNTIA, LINCOLN E VICTOR!

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CLICA ALI PARA VER O RESTO

terça-feira, 4 de agosto de 2015

TRÊS VOZES, UMA ARTE

Nascido em berço musical, William Ribeiro começou a cantar profissionalmente desde muito cedo, mas só agora, aos 23 anos, vai lançar um CD com a  cara dele. Nesse meio tempo, o paranaense se formou em música, fez pós-graduação, começou a trabalhar como musicoterapeuta num centro de tratamento psicossocial e arranjou um tempo pra participar do Cyber Vocal, onde terminou na 6ª colocação. Mas ele não ficou plenamente satisfeito com a sua trajetória na competição.
Diferente dele, Isaac Dias pode ser considerado um “cantor amador”, mas no sentido mais essencial da palavra – aquele que ama cantar. Enquanto canta, toca e compõe, o baiano divide o tempo com outras paixões, como a faculdade de Engenharia Ambiental. No Cyber, a participação do estudante foi curta, mas nem por isso ele deixou de fazer bonito e ficar satisfeito com o que apresentou.
Jader Júnior tem uma autocrítica mais severa, mas apesar de ter sido eliminado da competição mais cedo do que gostaria, o capixaba conquistou muitos admiradores com seu timbre marcante, considerado por muitos o mais bonito  da 5a edição do Cyber Vocal.  Mais que isso, o universitário de 20 anos  afirma que também obteve ensinamentos com o jogo virtual.
Quer saber quais? Confira a entrevista na íntegra.

Isaac Dias todo style
1) Quando, como e por que você começou a cantar?
ID - Comecei a descobrir que tinha uma afinidade com o canto aos 14 anos, mesma época em que comecei a compor músicas. Então, descobri que, além de compor, eu cantava afinadamente com facilidade.
JJ - Há uns seis anos, depois de aprender a tocar violão, eu percebi que conseguia cantar direitinho sem sair do tom.
WR - Bom, primeiro de tudo, boa noite, gente. Boa noite, Jô! É um prazer estar aqui. Eu canto desde que me conheço por gente. Meus pais são músicos - minha mãe é bacharel em violão; e meu pai, em metais. Então já cresci nesse meio: ia às apresentações e cantava desde pequeno com minha mãe e tals. Mas profissionalmente e independente da família, comecei a cantar aos nove anos de idade, quando lancei meu primeiro disco GOSPEL! Uhum... eu era/sou ungido do Senhor! Lancei, então, o Justo e Sublime, por uma gravadora de Curitiba (Estrela da Manhã), aqui no Paraná. Enfim, foi um tempo legal: trabalhei três anos com ele, até o momento em que minha voz começou a mudar, e eu não aguentava mais cantar na tonalidade do CD. E pah... Então, quiseram produzir um segundo disco, contra minha vontade. Foi um tempo em que eu não gostava de me ouvir. Era horrível! Os rapazes que aqui cantam, acredito eu que passaram por isso.  Um dia, você canta em um tom; no outro, já não aguenta e tem que mudá-lo.  Então, apesar do tumulto para produzi-lo, lancei o projeto POP GOSPEL - um disco teen para adolescentes evangélicos, que foi um fiasco... ahuhauahhahuauhauhuuahau...
O "fiasco"
Não atingi as metas de venda para permanecer na gravadora porque eu não gostava de trabalhar daquela maneira, forçado, porque tinha que vender. E eu creio que, se é pra louvar a Deus, temos que fazer isso de coração; não por dinheiro ooount '-. Mas, enfim, acabei saindo do casting da gravadora com 15 anos e cresci como um adolescente rebelde gospel auhauhahuhauhauhahuuah - tocando rock nos eventos evangélicos e pah. Até os 19 anos, mais ou menos, que foi quando comecei a pegar muitos casamentos, formaturas, eventos em geral para cobrir. Não cabia mais apenas o gospel. Comecei a tocar todo tipo de música. Cantava desde os “modão da vida” até dragmusic kkkk' Enfim, minha trajetória musical foi essa... NEXT.

2) Como avalia a tua participação no Cyber Vocal?
ID - Sempre gostei de ser julgado por algo que eu goste muito de fazer. Não tenho medo de receber um “não”. Não desisto nem me entristeço. Participar do Cyber Vocal, pra mim, é uma forma de mostrar e divulgar o meu talento. Embora haja várias pessoas supertalentosas no Cyber, eu acredito que tenho o meu espaço, com a minha voz, com a minha identidade, e me sinto satisfeito em saber que muitas pessoas gostam e até se emocionam com a minha voz.
JJ – Ruim. Pra ser bem sincero, não fiquei nada feliz em ter saído ainda no segundo desafio.  Esperava mais de mim. Mas as tarefas do dia-dia me impediram de me concentrar em construir áudios competitivos.
WR - Para ser sincero, foi um desastre. Todos sabem que, quando posso, sou superativo em jogos musicais e tals. Mas quando começou o Cyber, na primeira semana, me lembro bem - foi quando gravei “Eu que não amo você”, dos Engenheiros -, minha garganta estava começando a doer, e eu achei que era apenas uma inflamação boba. (Segura que lá vem DRAMA). Tive um tumor benigno no pescoço, quando minhas amígdalas inflamaram, ficaram bem inchadas, fazendo essa bolinha (tumor) crescer, e fiquei censurado de cantar, pois os médicos ainda não tinham noção da gravidade do caso. Então, tentei sobreviver no jogo como pude, enviando áudios antigos. Nas últimas semanas, como estava grogue ao extremo devido à medicação e às terapias, esquecia da vida, de tudo, até dos prazos de entrega. Mal entrava na net também  e pah... Entrava mais em um dia e comentava tudo de uma vez auhauhuahahahuhua... Mas, enfim, foi legal! Nesse tempo, conheci gente nova, gente talentosa, gente como a gente, que ama o que faz e faz com prazer.  Paguei uns micos, mas faz parte da vida né, gente? Quem nunca aqui foi humilhado pelo coleguinha? Auhahuahuuahhauauh

3) Conte-nos um pouco sobre o depois da tua participação na competição.
 ID - Antes, eu não divulgava os áudios que eu gravava por medo de rejeição, mas depois do Cyber Vocal, me sinto mais seguro de mostrar, de me expor e de ser julgado.
JJ - Pude perceber que “somente” ter uma voz bela não ganha concursos e competições.
WR - No final de julho, levei alta do médico, sem precisar de cirurgia... (Glorifica de pé, gente! lol' ). E voltei a trabalhar no meu disco, que pretendo lançar até o fim do ano. Fiquei superfamoso! O Cyber me deu a visibilidade que qualquer artista deseja alcançar no país, me sinto um Scalene da vida  auhauhahuahhau (SQN!). Voltei pro sertão, peguei um harém de mulher, - aqueles uahauhauhahua  - e agora tô aqui no programa “QUE FIM LEVOU”, falando com vocês =D 
Jader Júnior muito bem acompanhado

4)  E quais teus planos pro futuro em termos musicais?
ID - Não penso no futuro em termos musicais, mas penso no presente. Amo cantar e nunca vou deixar de cantar. Não tenho ambições, simplesmente canto porque amo.
JJ – Não tenho planos profissionais para a música, infelizmente. Apesar de ser um sonho distante, estou no último período do curso de Engenharia Civil, e meu foco é esse.
WR - Bom, como já falei, estou finalizando meu disco que este ano será lançado (emnomedejesusopãovivoquedesceudocéuamém)..


 5) Cíntia, Lincoln ou Victor? Pra você, quem vence o Cyber Vocal 5? Por quê?
ID - Amo a voz de Cintia e do Lincoln, mas acho que quem ganha é o Victor. Eu, particularmente , viciei na voz dele.
JJ – Acho que o Lincoln vence, pela criatividade e Inteligência nos áudios. Mas vou torcer pela Cíntia, pois tem a voz de barzinho/MPB que eu reverencio.
WR - Cada um tem suas particularidades e, principalmente, propriedades vocais únicas. Quando ouço os três cantando, eu sei dizer exatamente quem é quem. Não rola essa questão de imitação ou até mesmo uma releitura aperfeiçoada de algum artista inspirador.  E é exatamente isso que um cantor atual deve ser e ter. Para ter algum destaque na carreira, o artista deve ser único e estabelecer uma digital vocal; e isso os três têm de sobra. Então, pra mim, já temos os vencedores. Independente da colocação, a final esta bem representada. 

William Ribeiro pedindo silêncio no ambiente hospitalar

FAIXA-BÔNUS ( pergunta + música) 

Pergunta-bônus Como você define sua identidade musical?
  ID – Soul + MPB.
Ouça a música com que ele obteve 5 "sim" na audição 

Pergunta-bônus Conte-nos detalhes sobre teu novo CD...
WR -  É um CD pop rock 90% autoral (uma das canções, uma música superfoda, foi um presente do Victor Dayube). O álbum é intitulado “2º Ato”, pois estou entrando em uma nova fase da minha vida, um segundo momento musical, mais amadurecido, estudado. Com uma produção onde participei em tudo: desde as composições, arranjos musicais, capa e encarte.  Então, é algo bem intimista, bem William Ribeiro mesmo. A primeira música de trabalho será “O Fim”, uma canção que retrata a briga de um casal, um término de romance e tals, inspirada em um casal que morava ao lado do apê do meu pai. Enfim, toda essa produção esta sendo superlegal. O CD tá ficando supermassa, nem parece que é meu... auhauuahuahauahahua 


Pergunta-bônus Em um vídeo da internet, você faz uma surpresa especial para pedir uma garota em namoro. Conte-nos alguma outra “loucura de amor” que  já fez.
JJ - Foi a primeira loucura de amor que eu fiz para alguém. Espero que não seja a última, mas também espero que sejam só para ela. Ah, a humilde música Fluir, que eu fiz, embora não seja uma loucura de amor, foi baseada no início da nossa relação.
Clique e ouça Fluir


quinta-feira, 30 de julho de 2015

UMA GRANDE ESTREIA

Claiton Czizewski
   
   Considerado "o azarão" da competição, Victor Santos foi uma grata surpresa para o Cyber Vocal 5, mas também pra ele mesmo. Apaixonado por música desde cedo, o paulistano se descobriu cantor há pouco tempo. E em sua primeira competição musical, já está na final. Entenda por que nas perguntas e músicas que seguem.

  1) Como começa sua história na música?
  Cara, sempre fui fascinado por música, mas começou mesmo quando eu tinha uns 15 anos, quando comprei meu violão e comecei a aprender a tocar. Mas eu não conseguia tocar a música e não cantar (e acredite, minha voz era terrível nessa época). Acho que foi de tanto furar tímpanos alheios que fui ficando afinado.

   2) Você já teve uma banda. Fale um pouco sobre ela.
Tive sim, no colegial. Não era beeeeeem uma banda, era uma dupla e participações especiais aleatórias. Um dia, eu e meu amigo levamos os violões pra aula de educação física (sim, sou sedentário) e falamos, de brincadeira, que iriamos formar uma banda.  Ai, a galera foi incentivando e acabamos indo na onda. Mas não durou muito. 

3) Musicalmente falando, quem te influencia?
Sou muito de fases. Mas acho que quem sempre se manteve foi The Doors, Deep Purple e Led Zeppelin. Porém, acho importante estar sempre me renovando, sempre buscando novas influências, novos estilos musicais. Não curto me limitar.

 4) Você estuda engenharia de automação. Como a exatidão e a precisão ajudam na tua música? Elas chegam a atrapalhar em algum aspecto?
Não creio que tenha relação com a engenharia em si. Acho que é mais da minha personalidade que acaba influenciando tanto o que eu escolhi como carreira como musicalmente. Então, acho que  a engenharia não ajuda nem atrapalha.

5) Você já havia participado de competições virtuais de música antes? Como avalia o saldo da tua participação no Cyber Vocal?
Na verdade, eu nunca tinha participado de competição nenhuma de música. Acho que até seis meses, nem minha família sabia que eu cantava (só quem morava comigo). É tudo MEGA novo pra mim. Dito isso, acho que me sai bem no geral. Aprendi bastante e evolui bastante, graças às criticas, conselhos e ajuda de todos do Cyber, e sou muito agradecido por isso.

6) Você começou a competição cantando MPB, mas passou a se destacar quando foi pro rock e o pop. Qual é a tua verdade?
Me considero bem versátil quanto a estilos musicais, tento cantar de tudo um pouco. Mas a verdade é que eu descobri a característica mais rocker da minha voz quando cantei Bon Jovi na etapa dos musicais. Peguei um desafio e acabei descobrindo que eu era capaz de muito mais do que vinha fazendo até então. E isso abriu uma gama gigantesca de possibilidades, incluso o rock e as adaptações das musicas pop, que eu sonhava em cantar e não conseguia por medo de quebrar a voz ou não chegar nas notas.

7) Você é considerado o azarão da competição. A que atribui o teu crescimento?
Metade à ajuda dos técnicos, e a outra metade à descrença de alguns, que me fez querer cada vez mais provar que, se eu quiser, eu consigo.

8) E, se não for você, quem merece vencer: Cíntia ou Lincoln? Por quê?
Não me coloque em sinucas de bico, pelo amor de Deus. Hahaha. A Cintia tem uma personalidade impressa na voz dela que é simplesmente inacreditável -  em 10 segundos de áudio você já sabe que é ela cantando, mesmo sem olhar. O Lincoln tem uma precisão impar, não consigo me lembrar de nenhum momento em que eu ouvi uma nota mal cantada ou fora de tom. Mas me mantenho neutro quanto à preferência, acho que, se um dos dois ganhar, será mais do que merecido.

9) Você protagonizou um dos momentos mais polêmicos da competição, que foi tua vitória na fase das batalhas. Muita gente questionou o resultado. Tem algo a dizer a essas pessoas?
Sambando na cara das inimigas, né!!! Acho que apesar de todo o favoritismo em prol da concorrente, eu me esforcei muito e escolhi o caminho certo quanto à interpretação da música, o que me garantiu a vitória. Gostem ou não gostem, fiquem chateados ou felizes, aqui estamos.  Então, acho que acertei mais do que errei....

10)  Qual música seria o teu tema da vitória? Por quê?
We Are The Champions – Queen, com certeza absoluta. Sei que é a musica mais clichê pra essa situação, mas a letra é exatamente sobre alguém que foi considerado o underdog, desacreditado, teve muita gente virando as costas, e no final conseguiu atingir o objetivo.




quarta-feira, 29 de julho de 2015

OTAKU ARRETADO E CORUJA

 Claiton Czizewski

Nas veias de Lincoln Aguiar correm amor e nordestinidade. O jovem baiano de Jequié ama os pais, a terra natal e o teatro. Mas não é só. Fã declarado do ator e cantor Alexandre  Nero e da cultura e filosofia orientais, ele é um amante das artes; inclusive das marciais. E a música? É  com ela que o artista se notabilizou na 5a edição do Cyber Vocal e está a um passo de, quem sabe, vencer a competição. Conheça (e ouça) um pouco mais dele na entrevista a seguir.

1)    Você é ator, cantor e se arrisca na dança. Como seu deu o teu contato com o mundo das artes?
https://www.facebook.com/video.php?v=777160985682981";"Lincoln Aguiar - A Thousand Years
Rapaz (todo baiano começa a responder questões com essa palavra)... Com a dança é mais uma relação da simbiótica da “zoeira”, porque nunca fui tão aliado da dança. Então, ela veio se achegando de mansinho. A canção me apareceu por um desejo de aprender a tocar um violão velho (de meu pai) que ficava aposentado num canto. Comecei sozinho e continuei absorvendo sem instrução direta, encontrava dicas com amigos, observava, treinava.  Até que “PAN!”, estava eu tocando violão e cantando loucamente. Fui melhorando nos conformes.  Meu lado teatral também foi meio susto. Fui convidado pra um ensaio de um grupo da escola, apareci; o diretor me deu um papel, e eu fui arriscar fazer uma interpretação. Pronto, lá estava eu como o protagonista do meu primeiro espetáculo (HAAHA). Enfim, de resto minha mãe sempre foi (e arrasa muito ainda!) uma ótima artista visual (ela faz meus cosplays). E meu pai, costumo dizer, é um “artista na vida” ou “armengueiro” (na definição do filho coruja, “um quebra-galho profissional”). Eu falo demais.

2) Seja sincero, alguma delas faz o teu coração bater mais forte? Se sim, qual?
https://soundcloud.com/lincoln-rodrigo-rodolfo-aguiar-magal/royals-lincoln-aguiar-lorde-cover
Claro! E posso dizer com toda certeza que o Teatro é meu amor, meu melhor casamento. Sou pisciano, viajo demais em pensamentos,  e viver outras vidas é, no mínimo, extraordinariamente perfeito! S2

3)   Você pretende se tornar um professor de teatro. Arte se aprende ou apenas se aprimora? Dom é fundamental?
https://soundcloud.com/lincoln-rodrigo-rodolfo-aguiar-magal/gostava-tanto-de-voce-voce-lincoln-aguiar-cover-tim-maia
Se aprende e se aprimora. Nada é impossível pra gente, cara, e a arte é inerente ao ser humano. Costumo sempre me lembrar de um dos grandes mestres que tive (Roberto de Abreu) com uma frase que dizia: “Talento é o contrário de ‘tá rápido’”. Talento? Dom? Vejo como conceitos criados pra te dizer que você DEVE fazer certas coisas. Todos nós temos limites, mas não podemos nos deixar levar pela condição de ter aptidão a algo. Eu, particularmente, não sou bom em matemática, mas se eu quiser ser programador de sistemas, e lutar por isso, com certeza conseguirei. (E não. Eu não quero ser programador. U.U)

4) Agora, falemos sobre o Cyber Vocal. É a primeira competição virtual de que você participa? Qual a sua opinião sobre esse tipo de iniciativa?
https://soundcloud.com/lincoln-rodrigo-rodolfo-aguiar-magal/geni-e-o-zepelim-lincoln-aguiar-cover-opera-do-malandro-de-chico-buarque
Não é a primeira, mas comecei no Cyber bem pertinho da primeira de que participei. Ah, eu adoro essas coisas “internetoscas” que enriquecem a gente. E principalmente as ideias destas competições musicais/vocais. Elas são um compartilhamento de experiência que eu nunca havia tido. E posso afirmar de todo o coração: aprendi muito com a competição, mas MUITO mesmo! Só gratidão no peito.

5) Há quem te considere o favorito e defenda que a experiência como ator te favorece. Com quais desses argumentos você concorda. E, se discorda, por quê?
https://soundcloud.com/lincoln-rodrigo-rodolfo-aguiar-magal/ben-lincoln-aguiar-cover-rubel
 Caraca!  Há mesmo? Wow! Apois... Eu acho que o peso de favoritismo tá igual nessa final. (Tá bom demais!). Já o caso da experiência de ator varia muito pela escolha de música, creio. Claro que, antes de interpretar uma canção você deve senti-la e vivê-la, dormir com ela, sonhar e conversar um pouco com ela. Todos podemos fazer isso, e é um conselho bom pra vida! O que eu concordo é que, pra cada música que eu canto, eu tenho um tempero específico meu que salpico nela. Algo fica diferente, algo é meu, algo diz “quem está cantando é Lincoln”, somente. Ser ator é só uma besteira, afinal, como eu falei lá na outra pergunta (não lembro o número). A gente pode fazer o que a gente quiser se a gente quiser do jeito que a gente quiser!


6) De uma coisa você não pode discordar: seu repertório é o mais variado e alternativo dentre os candidatos. Onde você busca suas referências musicais?
https://soundcloud.com/lincoln-rodrigo-rodolfo-aguiar-magal/garganta-lincoln-aguiar-cover-ana-carolina
HAHAH, obrigado, dessa não discordo. Cara, minhas referências primeiramente vêm de onde ninguém vai buscar (ou quase ninguém).  Não tenho um ouvido de massa, eu ouço de um modo particular. Por ter esse ouvido particular, amo garimpar, na internet e em festivais da cidade ou fora, bandas que eu nunca vi na TV, ou que não fazem tanto sucesso. Às vezes, me pego naquela de parecer alguém que gosta de ser diferente dos outros e não dividir seus “ídolos musicais”, mas depois penso no quanto cada som que escuto tem pra me dizer. E é isso, minhas referências vêm de qualquer subúrbio , e principalmente, de lá (porque não escuto só gente “desconhecida”); porque quando bate a conexão entre a minha mensagem e a mensagem da música, eis que tudo se resolve. PS: Particularmente, um dos grandes referenciais pra o meu “viver artista” é Alexandre Nero. Costumo dizer que eu casaria com ele, só pra conversar todo dia e aprender o que há naquele cérebro. Enfim, me espelho muito no cara.

7) Você gosta de manifestações artísticas orientais, como KPop, KRock, como teve contato com elas e no que te atraem?
https://soundcloud.com/lincoln-rodrigo-rodolfo-aguiar-magal/hilario-lincoln-aguiar-cover-alexandre-nero
Eu me considero Otaku (Dá um “google” se ficar na dúvida) desde o segundo ano do Ensino Médio, mas não me segurei em só assistir animes, doramas, live actions e ler mangás. (Acatei a sugestão, e o resultado foi: "Otaku termo usado no Japão e outros países para designar os fãs de animes e mangás). Eu comecei a amar o Japão quando descobri como a história, cultura e filosofias do país me atraíam. Meu Deus, como eu amo o lado espiritual dos povos orientais (Principalmente meu país do coração). Eu amo mesmo J-Rock, e minha banda favorita (ONE OK ROCK) é japonesa. Arrisco cantar algumas músicas e manjo um tiquinho, mas só fico por aí. Já o caso do K-POP (Pop Coreano) só me veio ser apresentado um tempo depois. Acho que tem mais ou menos dois anos, salvo engano. Uma amiga minha ainda me dá aulas de K-POP, e eu sou fanzoca de 2NE1 e BIG BANG. Adoro o som. E, claro, não posso deixar de citar uma arte que praticava e deixei de praticar por falta de grana: Tae Kwon Do! Caraca, eu ainda manjo de alguns golpes. Parei na faixa roxa, e é a arte marcial que mais curto! Viva o oriente! Temos muito que aprender com os “olhinhos puxados”.

8) E, se não for você, quem merece vencer: Cíntia ou Victor? Por quê?
https://soundcloud.com/lincoln-rodrigo-rodolfo-aguiar-magal/ode-aos-ratos-lincoln-aguiar-chico-buarque-cover
Ô pergunta mizeravi. Os dois merecem véi, mas eu torço mais por Cíntia (Victor, não fique de mal u.u). Ela tem uma voz sublime, arrasa tanto, e eu me apaixono por diversas releituras que faz de músicas populares brasileiras, meu Deus! Nessa vibe, eu fico na torcida pra ela.

9) Se pudesse trocar um de seus adversários na final por outro candidato já eliminado, quem entraria e quem sairia e por quê?
https://soundcloud.com/lincoln-rodrigo-rodolfo-aguiar-magal/amiga-vagabunda-lincoln-aguiar-cover-andre-prando
Olha como o povo gosta de botar a gente na berlinda. Somente observo. Então, como tô torcendo pra Cíntia, sairia Victor, e entraria...  Xa eu pensar... Heloísa ou Willian. Tenho ouvidos saudosos de Heloísa cantando, e a vibe V1D4 L0K4 de Willian é massa pra caramba. Então, se me permitem colocar dois... Qualquer um deles.

10) Você demonstra gostar de músicas com letras fortes, críticas, politizadas. Pra você, todo artista tem que ser engajado?
https://soundcloud.com/lincoln-rodrigo-rodolfo-aguiar-magal/sobre-o-tempo-lincoln-aguiar-cover-pato-fu
Moço, todo artista deve ser a sua arte. A gente constrói, faz, canta o nosso próprio ser, já sacou? O Ser humano é o único animal capaz de refletir sobre o próprio ser e estar; e aí, então, projetá-los pra fora do corpo com qualquer tipo de linguagem. Pra mim, todo artista deve ser sincero consigo mesmo e com sua arte. Ele deve olhar pra o que faz e dizer: “Eu me vejo aqui.” ou “Eu estou aqui” ou “Eu sou aqui”. Eis o segredo, tá vendo como é fácil ser artista? Não, não é. HAHAHAH