quinta-feira, 21 de março de 2013

A força de uma veterana



Mariana Souza, 24 anos, é professora de inglês. Nasceu no Rio de Janeiro, e na cidade maravilhosa desenvolveu o seu dom artístico para a música. Com um timbre quase angelical, Mariana prova que a sua força feminina conquista aos poucos um espaço ainda não preenchido nos concursos virtuais.

Mari, você é uma veterana nas competições virtuais. Sabe o que é vencer uma competição. Poderia compartilhar com a gente como é ser vencedora de um concurso de canto?
- Foi uma experiência muito enriquecedora para mim. Eu nunca tinha participado de nenhum concurso, até que veio o primeiro e tudo mudou. Eu conheci novas pessoas maravilhosas, melhorei como cantora e com certeza minha confiança subiu consideravelmente. Hoje sou jurada do mesmo concurso e posso dizer que com força de vontade, perseverança e um dom, você chega a qualquer lugar.

O seu dom é a música? Como o descobriu?
- Sim. Como já disse várias vezes, nunca fiz aula de canto. Comecei a cantar em um coral da escola com 8 anos de idade. De todas as crianças, eu fui a escolhida para fazer um pequeno solo. Dali em diante percebi que tinha algo de especial e que tinha sido notada de alguma forma. Já participei também de corais na igreja, mas o que realmente me fez mudar foram os incentivos na internet com concursos e áudios gravados.

Você já tentou uma participação no Ídolos e já foi contatada pela produção do Raul Gil uma vez. Pode nos contar esses dois episódios?
- Na verdade tentei 3 vezes o ídolos. É uma experiência válida, porém é um programa de Tv, e tem muitas coisas armadas pra dar audiência. Na verdade eu mandei meu material para a produção do programa Raul Gil e recebi uma resposta muito positiva. A produtora disse que eu era talentosa, mas que nenhum quadro do programa se encaixava no meu perfil naquele momento.

Você pretende continuar tentando Ídolos ou algum outro Show de Talentos?
- Já falei muitas vezes que não tentaria mais ídolos. The voice eu acho muito difícil e feito pra pessoas que já vivem de música. Sou uma simples professora de inglês que nunca cantou na noite nem foi backing vocal de nenhum cantor famoso. O futuro a Deus pertence.

Sua preferência em cantar músicas internacionais é evidente. Além de ser professora de Inglês, tem algum outro motivo para tal?
- Sou muito fã de músicas internacionais. Cresci ouvindo rádios mistas que tocam MPB e músicas internacionais dos anos 70,80 e 90. Acho com mais facilidade instrumentais de todos os tipos pra músicas lá de fora. Tenho uma ligação forte com a língua e me identifico mais.

Um comentário recorrente sobre o seu trabalho diz respeito a você se preocupar mais com o seu jeito de cantar nas músicas do que a forma que elas pedem para ser interpretadas. Sua opinião?
- Acho que as pessoas deveriam se observar mais cantando antes de tecer comentários desse tipo. O que seria da música se todos cantassem do mesmo jeito? Cada um canta e interpreta canções do seu jeito. Se eu chamei atenção de alguma forma, é pq tenho um estilo próprio que agrada a grande maioria. Nem Jesus agradou a todos né? Eu vou agradar? Imagina.

Antes provocar “discussões”, o que quer dizer que você é notória e tem conteúdo, do que receber a indiferença?
- Eu tento evitar discussões ao máximo, pois não gosto de enfiar na cabeça alheia as minhas opiniões. Porém não posso negar que as vezes incomodamos por sermos diferentes e ter opinião própria e acabamos virando assunto dos comentários alheios. Prefiro ser notória que esquecida (risos).

Quais as suas expectativas para a batalha contra a Giu?
- A Giuliana é uma menina muito talentosa e nos tornamos amigas por meio desses concursos. Temos estilos completamente diferentes e isso foi algo muito difícil. Espero que a escolha tenha sido certa e que numa próxima vez possamos gravar algo "realmente" juntas.

Por fim, quem você gostaria de enfrentar na final?
- Não tenho uma preferência. Todos são excelentes artistas, cada um com seu estilo e talentos. Estou muito feliz por chegar até aqui e mesmo que aos trancos e barrancos passando por dificuldade, eu possa levar coisas boas e enriquecedoras.

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